Teve início nesta segunda-feira (2), na Universidade Federal da Bahia, o 44º Congresso do ANDES-SN. Realizado no campus de Ondina, o encontro reúne docentes de todo o país para deliberar sobre os rumos da categoria diante dos desafios políticos, econômicos e sociais do Brasil.
Com o tema “Na Capital da Resistência, das Revoltas dos Búzios e dos Malês: ANDES-SN nas lutas e nas ruas, pela democracia e educação pública, contra as opressões e a extrema direita!”, o Congresso reforça o papel histórico de Salvador como símbolo de mobilização popular e resistência.
A delegação da Sesduem está presente com as/os docentes Josiane Melchiori Pinheiro, Thais Godoi de Souza, Eduardo Amorim Neves, Thiago Fanelli Ferraiol, Alessandro Santos da Rocha, além do presidente Edmilson Aparecido da Silva, que também compõe a diretoria nacional.
O primeiro dia foi marcado pelo credenciamento, instalação oficial do Congresso e leitura do regimento, além das intervenções políticas que situam o cenário nacional e os desafios colocados para o movimento docente. Entre os eixos centrais já destacados estão a defesa da educação pública, as condições de trabalho nas universidades estaduais e federais, a recomposição salarial e o enfrentamento às políticas de precarização.
Thiago Ferraiol, delegado da SESDUEM, comenta que “a participação da Sesduem no 44º Congresso do Andes-SN é fundamental para promover uma organização sindical com qualidade, unidade e amplitude. O debate com as seções sindicais de universidades de todo o Brasil ajuda a compreender os desafios que enfrentamos na conjuntura, especialmente na educação e no trabalho docente nas universidades, mas também abordando temas diversos que vão desde a organização da classe trabalhadora no país até as discussões e posições do sindicato em uma conjuntura internacional de grande avanço do imperialismo e de guerras, que implicam consequências drásticas também no Brasil e na América Latina”.
O docente também lembra da importância desse evento nas lutas regionais e estaduais que a base da SESDUEM enfrenta. “Nossas lutas particulares não são isoladas e carregam enormes semelhanças com as lutas de todos os docentes do Brasil e de toda a classe trabalhadora. O congresso é esse momento de debate, análise e deliberação coletiva da categoria sobre as estratégias de luta para este ano”, finaliza.
As decisões tomadas ao longo da semana impactam diretamente as lutas locais e a articulação nacional da categoria.
A cobertura segue ao longo dos próximos dias, com boletins diários sobre os debates e encaminhamentos aprovados. Acompanhe pelo Instagram e Facebook da Sesduem.

