Carlos Henrique Ferreira Magalhães

O colunista do jornal burguês, no dia 25 de maio de 2021, tenta nos fazer crer que o General-Milionário, ex-Ministro da Saúde, Pazuello, é um mal soldado; haja vista a sua participação no comício das motocicletas do Genocida-Presidente Bolsonaro no domingo de 23 de maio de 2021, no Rio de Janeiro.

O general-milionário, da ativa, está agindo bem estrategicamente. Suas 14 mentiras na CPI do Senado Federal da Covid-19, no Brasil, na quarta-feira, culminando no domingo com  a sua participação no comício das motocicletas no Rio de Janeiro, ato ilegal para um General-Milionário da ativa do Exército demonstra que ele está querendo ser punido judicialmente.

Um fato que não estamos observando atentamente é a militarização do Governo Brasileiro. Dos 22 ministérios existentes, 8 são controlados por militares, além de diversas autarquias e estatais que no Governo Temer eram ocupados por 9  militares, que, agora, com o Genocida-Presidente passou a ter 92 militares no comando de estatais, dentre elas a Petrobrás. Outro fato também a ser destacado é a ampliação de escolas militares no Brasil para a sociedade civil. Lentamente, depois de três décadas afastados do poder político, os militares voltam por meio de um capitão que foi “convidado” a ir para a reserva na década de 1980 e desde então sempre foi eleito como Deputado Federal, predominantemente, pelas famílias de militares até se tornar o Genocida-Presidente. Parece que o General-Milionário Pazuello aprendeu com seu Genocida-Presidente que infligir o código de conduta militar pode lhe proporcionar maior poder político.

O General-Milionário está muito seguro com seu genocida-presidente. Creio que o General-Militar ainda cometerá outros crimes , outras falsificações, pois ele busca tencionar o máximo com as instituições para observar até onde a corda será esticada. Caso o General-Milionário vá para a reserva, isso não o fará se afastar do poder político, como foi o caso do Genocida-Presidente.

A região amazônica é controlada por garimpeiros, pecuaristas e militares. O comércio ilegal de madeiras e pedras preciosas é intenso nessa região. Muitos sem-terras, ribeirinhos, freiras, foram assassinados, pois o objetivo desta “elite”  é manter a ilegalidade do comércio de riquezas da Amazônia operando, com afinco medonho de outro ministro do crime, Ricardo Salles. Os militares parecem não se sentir confortáveis com as ONG´s que realizam denúncias contra todos as ilegalidades cometidas em terras indígenas.

Caso o mau exemplo do Genocida-Presidente seja seguido pelo General-Milionário, que só aparentemente segue o Führer num sinal de obediência cega, não tenhamos dúvida que o mesmo está sendo um ótimo soldado por pretender algum cargo, talvez no poder executivo de algum estado da região amazônica. A História em breve irá nos revelar.

Twiter: @henryferrer2030                                                                         Maringá 28 de maio de 2021

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